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Alta demanda transforma máscaras de proteção em acessório fashion! Certo ou errado?

Diante da pandemia, uma das principais medidas de proteção é o uso da máscara em locais públicos, com o intuito de conter a disseminação do vírus.


A máscara se tornou, então, um acessório indispensável, quase que uma extensão do nosso corpo a partir do momento que abrimos a porta de casa. E, com a crescente demanda, passa a ser utilizada para além de sua função básica - a proteção -, e acaba por servir, também, como comunicação.


Assim como qualquer item que é incluído em nossa vestimenta, a máscara passa uma mensagem, comunica sobre quem é você e qual é o seu estilo. E, percebendo isso, muitas marcas estão compreendendo este momento e este fenômeno como oportunidade de vendas.


Há aquelas pessoas que pensam no coletivo e que estão costurando em casa, ou então aquelas marcas que, observando a escassez de máscaras nas farmácias, estão doando para seus clientes na compra de qualquer produto.


Mas muitas empresas, ao invés de fazer um posicionamento solidário entendendo que este “acessório” foi criado pela necessidade, estão objetivando o lucro! Hoje, vemos que a máscara virou até pauta de consumo da Vogue com o título “Máscaras para comprar agora”.


Não podemos transformá-la em um objeto de cobiça e status! O Coronavírus não faz distinção social; todos podemos ser contagiados. E de repente, quando a máscara migra pro mundo da moda, ela imediatamente separa de novo, virando um símbolo de desigualdade.


No marketplace Etsy, em um único fim de semana, os consumidores pesquisaram por “máscaras” nove vezes por segundo no site!!! E o número de vendedores de máscaras aumentou cinco vezes: alcançando quase 20 mil!


Consideradas como acessório fashion, há máscaras feitas de seda, denim ou decoradas com lantejoulas. Foram desenvolvidos, também, modelos hiper elaborados, por exemplo com acabamento de laço, como a feita por Collina Strada.


Mas qual o valor deste item estilizado? Acreditem: máscaras podem ser encontradas por 100 dólares!!! Sendo que na compra de uma, você doa cinco para profissionais da saúde em Nova York (ainda que essa envolve uma ação social, mas há aquelas que nem isso).


Vale o questionamento: é certo ou errado o preço ser tão alto? E está certa ou errada a pessoa que quer comprar e usá-la como símbolo de status?


É uma questão ainda muito recente e que precisa ser olhada mais a fundo. Provavelmente, teremos que usar máscaras por bastante tempo, até que seja desenvolvida uma vacina preventiva ao COVID-19. Dessa forma, vestir uma máscara para sair de casa poderá ser semelhante a colocar óculos escuros: algo habitual e natural.


Será errado, então, querer combinar sua máscara com o restante do seu look? Provavelmente, a maioria das marcas terá sua linha de máscaras para vender, simplesmente porque haverá demanda! Mas isso não significa que devemos usar de um bem necessário para lucrar e para criar status e distinção social...


A criação de máscaras diferentes, estilizadas e personalizadas é válida e até muito boa! Elas podem trazer um pouco de ânimo para este cenário triste e incerto, e encorajam a proteção: fazem com que uma pessoa se sinta mais bonita e representada ao usar uma com a qual se identifica. Entretanto, é importante que este movimento seja feito de forma adequada, nunca se esquecendo do porquê estamos usando este novo “acessório”.



Máscaras produzidas pela Cia de Moda



Maison Modulare - US$60,00



Porta-máscara do estilista de alta costura Luddy Ferreira pode chegar a R$ 600



Fonte:

http://textileindustry.ning.com/forum/topic/show?id=2370240%3ATopic%3A918395 https://lancenoticias.com.br/noticia/como-as-mascaras-se-tornam-um-item-indispens avel-e-uma-marca-de-estilo-no-dia-a-dia/

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